quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Respe 38937 | Montagem concluída com vista para o MPE

O processo de cassação da senhorinha do caos se mantém em alta rotatividade com a rápida conclusão da montagem e no mesmo sendo direcionado ao Ministério Público Eleitoral ou Procuradoria Geral Eleitoral para que prossiga o trâmite para o julgamento do mérito.

E o clima de fim de festa nos bastidores da baderna pública municipal já torna evidente com o desânimo de campanha nesta disputa do segundo turno ao governo do estado, a única aparição com ares eleitoreiros da senhor-liminar foi no conchavo da terceira idade onde até o remanejamento de instrumentos musicais tivemos saindo da escola Dr. João Francisco para o bucólico 5º distrito.

A situação está tão periclitante para a agenda política governista que tivemos nesta semana a confirmação do erro grosseiro da operação da PMERJ no centro da cidade com a soltura do acusado, o que somente constata a crise em nossa segurança pública.

E a mais nova “novidade” vem do alto de nossa serra com o alvissareiro sinal de celular no distrito de Rosal. 

Mas não se trata de algum programa do governo do estado do RJ em cima da hora, e sim um programa de expansão do governo do Espírito Santo que chegou com a cobertura nos distritos capixabas de Guaçui nas proximidades de Rosal, tanto que o código de área é o 28 e não 22.

Na próxima semana teremos os altos devolvidos pelo MPE a relatora para que ela dispare seu voto fatal contra a corrupção de Bom Jesus do Itabapoana.

Marginais de batina a serviço da corrupção pública

Antes do início da corrida eleitoral de 2014, a juíza da 95ª ZE despachou para TODAS INSTITUIÇÕES religiosas de Bom Jesus do Itabapoana um ofício notificando aos líderes e responsáveis pelas instituições que esses tomassem medidas para coibir qualquer tipo de propaganda eleitoral dentro dos recintos religiosos, sob pena de ser multado dentro da legislação eleitoral vigente.

E praticamente todos os seguimentos religiosos estão respeitando a legislação agindo assim dentro do contexto legal, porém com havia dito, não são todos os seguimentos que estão respeitando as leis. 
Lamentavelmente o maior seguimento religioso de nossa sociedade está vivendo dias de império com uma conduta provinciana pensando ainda ser o Brasil um estado monoteísta, com uma religião oficial.

Porém vivemos em um estado laico e a conduta de alguns marginais de batina fere brutalmente o estado democrático de direito, o termo marginal é forte mas é aplicado perfeitamente na conduta do pároco da Matriz do Senhor Bom Jesus, pois marginal é qualquer cidadão que age à margem da lei sem necessariamente tendo que ser negro, pobre e favelado. 
E o citado padre está deliberadamente agindo a margem da lei, um inquestionável marginal de batina.

Ele tem proferido duros ataques contra o candidato ao governo do estado, Marcelo Crivella, tão somente por este ser membro da igreja Universal do Reino de Deus, e sobrinho de Edir Macedo, ele ataca o senador Crivella defendendo os ladrões dos cofres públicos do estado, assim como defende arduamente os ladrões dos cofres públicos municipais.

E o padre transgressor eleitoral tem plena ciência do teor do ofício que ele assinou tomando ciência, ele foi notificado e sua assinatura consta no cartório eleitoral recebendo o ofício, só que na missa de domingo de manhã por ter sido transmitida na Rádio Bom Jesus, seu pronunciamento politiqueiro ficou gravado no sistema dos estúdios da rádio e membros do PRB de Bom Jesus do Itabapoana denunciaram o fato na justiça eleitoral que solicitou a gravação da missa para as devidas providências.

Esta postura marginal do pároco de nossa Matriz vem de cima e os bispos de Campos dos Goytacazes também estão nesta empreitada chegando ao absurdo de um deles emitir uma carta aberta para os cristão católicos a não votarem no Crivella por esse ser da IURD, mas votar em que rouba os cofres públicos e fecham escolas como a do bairro Sebastião Pimentel Marques pode, um absurdo e um retrocesso para qualquer sociedade que tem líderes religiosos intolerantes, fundamentalistas e que defendem a corrupção por interesses meramente próprios.

O crime eleitoral praticado pelo marginal de batina é passível de multa, e podem ter certeza que sua multa atingirá teto previsto em lei com o agravante do pronunciamento ter sido veiculado em um veículo sob concessão pública (Rádio Bom Jesus). 

Os fiéis que depositam o dízimo que deveria ser destinado à obra social da igreja, agora verão que a oferenda será destinada a custear as multas eleitorais como ocorre com políticos corruptos, uma lamentável mistura de política com religião pelo caminho das trevas. 

De tanto o marginal da Matriz idolatrar a madame corrupção de BJI, ele está aprendendo com louvor como se viola a legislação eleitoral sem se preocupar com as consequências financeiras de seus atos, já que não será ele que pagará essas multas.

Limpeza urbana | A roubalheira da Top Mak retratada no abandono da cidade

Na década de “90” qualquer visitante que chegava em Bom Jesus do Itabapoana se impressionava com o zelo e a limpeza das ruas, vias e praças da cidade seja em qual bairro este visitante passasse, era de fato impressionante como Carlos Garcia e Álvaro Moreira eram exigentes neste quesito da gestão pública.

Era um tempo em que nossos governos já agiam na defesa do meio ambiente muito antes de se propagar sobre meio ambiente como se faz hoje em dia, em 1995 Álvaro Moreira extinguiu com o lixão da estrada do “Arrebenta Rabicho” construindo em Santa Isabel a Unidade de Tratamento de Lixo.

Os gestores que o atual governo insiste em taxar de retrógrados e conservadores faziam do lixo da cidade se transformar em adubo para alimentar a horta municipal da Nova Bom Jesus que abastecia as escolas municipais, e gerava emprego e renda para mais de cinquenta famílias desta comunidade.

O relato acima é apenas história de que um dia Bom Jesus do Itabapoana esteve na vanguarda ambiental, hoje o que temos é a deterioração moral na gestão pública que proporciona a deterioração física de nossas ruas, desde que foi inaugurada a era dos esquemas de corrupção na coleta de lixo que Bom Jesus do Itabapoana se transformou em um lixo.

Não há um ponto sequer do município que não haja acúmulo de lixo, as ruas da sede do município estão entregues à ineficiência do atual governo em manter uma cidade minimamente salubre, e os valores pagos a empresa Top Mak permanecem nos estratosféricos R$ 370.000,00 todos os meses. 
A situação chegou a tal ponto que o governista Waldeir Chrisostomo teve aprovado um requerimento no qual solicita ao executivo a remoção de entulhos e limpeza "das ruas da cidade", ele generalizou a situação extensivo a toda cidade.

Como bem alertou o vereador Ricardo Aguiar, o que causa estranheza é que em todos os meses os valores pagos pela empresa são exatamente iguais e sempre em três cheques diferentes, ficando assim a suspeita que um cheque é para de fato ir para a contabilidade da empresa, e os outros dois seriam um da chefa e de seu marido, e o terceiro seria a partilha feita entre alguns vereadores da base governista, mais conhecido como o “Mensalinho da Top Mak”.

Em Pirapetinga temos um exemplo clássico de como se rouba neste contrato, conforme foi debatido na sessão legislativa passada, os vereadores Ricardo Aguiar e Moacir Oliveira questionaram ao governista de Pirapetinga Hamilton Borges se o trator da coleta de lixo havia sido consertado, e Borges havia dito que não, e por conta disso a coleta de lixo deste distrito estaria comprometida.

Pois bem senhores, vejam o esquema se aflorando neste debate, cabe registrar que o trator da coleta de lixo de Pirapetinga é da prefeitura assim como os servidores que realizam a mesma são do quadro efetivo do município.
Se é de obrigação da Top Mak em realizar o serviço de coleta de lixo e limpeza urbana na sede do município e nos distritos, como pode a coleta de Pirapetinga estar comprometida por conta do equipamento da prefeitura estar danificado? 

Se vocês observarem nos boletins de medição da Top Mak todos constatarão os relatórios dos serviços “prestados” pela empresa neste distrito, porém que presta o serviço é a própria prefeitura, que além de pagar com o salário e os encargos patronais desses servidores, ainda tem a despesa com a Top Mak como se ela tivesse feito o serviço.

Em quase toda a coleta de lixo de Bom Jesus do Itabapoana, nós os babacas contribuintes de Bom Jesus do Itabapoana estamos pagando todos e meses passivamente por duas vezes por um serviço muito mal executado.

Todos estão expostos às mazelas ocasionadas pelo descaso com a limpeza urbana da cidade, até mesmo aqueles que defendem o governo com unhas e dentes estão vulneráveis a uma dengue ou qualquer outro problema vindo da situação insalubre de nossas ruas, e os valores pagos a uma empresa que não existe é um assalto nefasto em nossos cofres públicos que tinge a todos, até mesmo os que tanto aplaudem a roubalheira.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Gestão pública BJI | Polêmica envolvendo instrumentos musicais

Na sessão legislativa de 20 de outubro de 2014 os vereadores Moacir Oliveira, Hamilton borges, Ricardo Aguiar e Clério Tadeu travaram um longo debate sobre os diversos questionamentos acerca do “conchavo da melhor idade” de Pirapetinga.

E dentre os argumentos da defesa debatido pelos governistas Hamilton Borges e Clério Tadeu eles citaram que dentre os benefícios do “projeto” estaria a doação de instrumentos musicais para a criação de uma fanfarra de Pirapetinga como temos em Rosal a Fanfarra Rogério Figueiredo.

Ocorre que nesta tarde de terça-feira, 21 de outubro de 2014, eu recebi a informação de uma servidora da secretaria de educação de que os instrumentos que chegaram em Pirapetinga pertenciam a escola Dr. João Francisco, ao lado da secretaria de obras, e que a diretora desta escola teria solicitado a secretária de educação providencias para a doação desses instrumentos.

Tal atitude da diretora teria causado enorme insatisfação entre algumas professoras que estavam à procura de uma pessoa para ensaiar os alunos com esses instrumentos e assim criar uma banda marcial para essa escola.
Para confirmar essas informações basta nossos vereadores que de fato fiscalizam a baderna pública solicitar ao executivo a documentação que destina esses instrumentos para o conchavo da terceira idade de Pirapetinga, solicitando também  documentação dos instrumentos da escola João Francisco e constatar o improviso que norteia a gestão pública municipal.